

Aqui você encontra algumas matérias sobre como escolher
seu amigo, cuidados com ele e sua saúde, além de várias dicas,
não só para cães e gatos, mas também aves, répteis e roedores!
Boa leitura!
Guia Pet
"Comece por fazer o que é necessário, depois o que é possível e de repente estará fazendo o impossível" (São Francisco de Assis)
Por que vestir seu amigo
O mercado pet esta cada vez mais aquecido e os nossos queridos amigos cães e gatos cada vez mais ganham mais espaço em nossas casas e principalmente em nossas vidas. Eles tem cada vez mais roupas, brinquedos, acessórios, camas e por aí afora.
Isso ainda gera polêmicas quanto a humanização dos nossos animais, mas e será que vestir cães e gatos é apropriado?
Para começar é bom que se diga que não há certo ou errado e sim limites que devem ser estabelecidos. O importante é deixá-los confortáveis e usar um pouco de bom senso.
Dentre as razões mais comuns entre os amantes de cachorros e gatos, para vesti-los, está o frio do inverno, onde busca-se protegê-los além de querer vê-los mais “bonitos”. Vestir seu bichinho é válido desde que você não o prive de ser cachorro ou gato. Trocando em miúdos a roupa ou adereço deve ser algo que não incomode ele de forma alguma.
Cães de pequeno porte, principalmente os de pelo curto são mais suscetíveis as mazelas do frio, portanto é indicado nessas circunstancias, mas sem exageros. Outras raças com baixo índice de gordura corporal também merecem atenção, os galgos, nesse caso, são um ótimo exemplo. Já cães de pelo comprido já apresentam uma barreira natural para o frio porém em baixas temperaturas ou para animais que dormem no quintal, é importante estarem agasalhados poupando-os de gripes ou pneumonia, por exemplo.
Algumas dicas:
- Um dos fatores mais importantes em vestir um cachorro com sucesso é a apresentação dele perante a roupa ou acessório. Não seja rude ou grite com ele, isso pode resultar em um cachorro aterrorizado e até alguns machucados em suas mãos.
- Permita que o seu cachorro cheire a roupa ou acessório objeto antes de usá-lo.
- Certifique-se que ele e você estejam num estado calmo.
- Esteja certo que a roupa ou objeto se encaixam corretamente. Roupas grandes demais podem se prender facilmente e o cachorro pode acabar machucado quando, por ventura, tentar retirar a roupa. Roupas pequenas demais são altamente desconfortáveis e também machucam.
- Sempre supervisione um cão vestido para impedi-lo de mastigar as roupas ou se enroscar em alguma coisa.
Ao decidir se a moda é apropriada para seu animal de estimação, considere seus gostos, sua personalidade, e suas necessidades. Não force qualquer cão a vestir roupas, principalmente um cão ou gato bravos ou tímidos. Se seu bichinho parece ser indiferente sobre a roupa ou ele gosta de usá-las, pode ser razoável vesti-lo. E lembre-se apresente a roupa a seu animalzinho de uma forma calma e tranquilizadora.
Muitos cães e gatos se ajustam a idéia de usar roupas. Alguns apenas toleram. Alguns parecem completamente indiferentes. Outros parecem absorver e prosperar em toda a atenção a sua roupa lhes traz.
Leve sempre em conta como seu PET se sente!
A Anjos Sem Asas, pensa sempre no conforto e bem estar de seu amigo!
Reflita...

"Olhe no fundo dos olhos de um animal e, por um momento, troque de lugar com ele. A vida dele se tornará tão preciosa quanto a sua e você se tornará tão vulnerável quanto ele. Agora sorria, se você acredita que todos os animais merecem nosso respeito e nossa proteção, pois em determinado ponto eles são nós e nós somos eles." (Philip Ochoa)
ANUNCIE
AQUI
A importância dos cuidados pós-cirurgia
A maioria dos animais de estimação, em um dado momento da vida, irá ser submetido a uma intervenção cirúrgica, por exemplo, para esterilização ou castração, limpeza de tártaro nos dentes ou para tratamento de qualquer doença.
Atualmente, a maior parte das cirurgias em cães e gatos são bastante seguras, mas o sucesso do tratamento e a recuperação dependem também da qualidade dos cuidados prestados pelos donos antes e após a cirurgia.
O risco de quaisquer complicações durante e após a cirurgia tem reduzido bastante devido à utilização de técnicas cirúrgicas inovadoras e à segurança das anestesias utilizadas. É muito importante que o animal tenha as vacinas em dia antes da cirurgia, uma vez que o stress pós-cirúrgico pode reduzir a resistência do sistema imunológico para as doenças infecciosas.
É muito importante que você siga corretamente as instruções do seu veterinário de confiança.
Tratando seu amigo em casa após a cirurgia
Mantenha o seu animal aquecido durante o trajeto para casa.
Em casa ele deverá permanecer num local sossegado e aquecido até que ele se recupere totalmente.
Os gatos devem ser mantidos dentro de casa (sempre com acesso a uma caixa de areia) e os cães não devem ser levados para passear nas 24 horas seguintes (devendo sair apenas para fazer as necessidades).
Tente manter o seu animal o mais calmo possível, porque movimentos bruscos podem rasgar as suturas.
O ideal é utilizar roupas pós-cirúrgicas que evitarão o contato do animal com as superfícies da pele em fase de cicatrização, impedindo que sejam retirados pontos cirúrgicos, curativos, ou medicamentos. Este tipo de roupa também é um ótimo recurso para proteção de áreas do corpo do animal acometidas por doenças de pele.
Siga as orientações do veterinário e se ele prescrever anti-inflamatórios, antibióticos ou outras medicações para manter o seu animal confortável e prevenir infecções, não deixe de medicá-los, pois é muito importante para a recuperação de seu amigo!
Fontes: http://www.clinicaveterinaria.pt/animals-blog/entry/veterinaria-geral/cuidados-a-ter-antes-e-ap-cirurgia-em-animais
Do que eles precisam
Para termos animais domésticos em casa, como cães e gatos, são necessários alguns cuidados, para garantir a saúde dos animais e das pessoas da nossa casa.
A alimentação dos animais deve ser adequada para sua espécie, portanto nada de doces, comida e outras delícias “humanas”! A ração deles é completa e balanceada além disso mantenha sempre um pote com água fresca à disposição deles em local protegido do sol! E não se esqueça se seu animalzinho fica numa área externa, recolha comida e água para não atrair pombos e ratos evitando doenças que podem atingir tanto seus bichinhos quanto à sua família.
Para os cães o banho uma vez por semana e escovação dos dentes, com pasta de dentes especial, é uma forma de cuidar de sua higiene, assim como cuidamos da limpeza do nosso corpo. O animal também gosta de ser bem tratado, de ficar limpo e cheiroso. No inverno um banho a cada 15 dias é suficiente e não se esqueça de secá-lo bem e agasalhá-lo, escolha a hora mais quente do dia para dar banho, use água morna e seque com secador.
Já aos gatos a necessidade da limpeza é de pelo menos uma vez ao mês, eles precisam ser banhados com muita água e sabão. Eles aprendem a manterem-se limpos, pois já no começo da vida, a mãe limpa os filhotes, lambendo-os inteiros. Depois, ele aprende a fazer o mesmo e seu pelo fica mais denso. Nos lugares em que o gatinho não alcança, ele utiliza as patas dianteiras como esfregão. O gato passa cerca de três horas e meia do dia cuidando de sua higiene. Sua língua áspera tira a secreção das glândulas sebáceas de seu corpo de forma muito prática e higiênica. E você pode escová-lo frequentemente e carinhosamente, intercalando algumas escovações com doses de carinho, desta maneira ele se sentirá mais relaxado e aceitará bem estes cuidados.
É comum o aparecimento de pulgas e carrapatos nos animais (principalmente naqueles que passeiam na rua) e, por isso, são necessários cuidados especiais para que se livrem desses parasitas. Normalmente os sabonetes e xampus próprios para animais domésticos contêm substâncias tóxicas que matam esses parasitas, mas muitas vezes eles precisam ser catados do corpo do animal, pelo próprio dono. Por chuparem o sangue dos animais de estimação, esses seres vivos podem causar muitas doenças. Busque orientação com seu veterinário de confiança!
No mais, seus bichinhos de estimação precisam de muito amor, carinho e atenção. Doe meia hora de seu tempo diariamente para brincar com eles, mantenha-os abrigados do frio e da chuva e deixe um cantinho da casa para eles. Ensine-o desde pequeno onde ele deve fazer suas necessidades fisiológicas; ensine também onde ele vai comer e seu cantinho para dormir.
E nunca se esqueça de vaciná-los para isso leve seus amiguinhos ao veterinário pelo menos uma vez ao ano.
LEMBRE-SE SEMPRE: existem muitos animais a serem adotados em ONG’s e no CCZ de sua cidade! Um animal que é adotado é grato a você pelo resto de sua vida, pense nisso!
Fontes: http://www.whiskas.com.br/filhotes/cuidados-e-higiene#node-101
Algo de bom


Há várias dezenas de anos que cientistas estudam a correlação entre o homem e o animal, mais precisamente a influência positiva que os animais têm na saúde humana. Quer seja uma criança, um adulto, um idoso ou uma pessoa doente, a verdade é que para além de serem uma excelente companhia, os animais de estimação fazem bem à saúde, sendo verdadeiros prestadores de cuidados, por exemplo:
-
Os animais melhoram o nosso estado de humor
-
Os animais são recomendados às pessoas que sofrem de depressão
-
Os animais fazem bem ao coração
-
Os animais ajudam a manter uma pressão arterial equilibrada.
-
Os animais afugentam as alergias e a asma.
-
Os animais incentivam os seus donos a mexerem-se.
-
Os animais promovem a socialização.
-
Os animais fazem bem aos doentes com Alzheimer e Parkinson.
-
Os animais são terapêuticos.
-
Os animais têm um sexto sentido.
Nossos animais de estimação só precisam de alguns cuidados simples, mas muito importantes!
Independente da estação do ano, manter seus animais em locais adequados e protegidos das ações climáticas é bastante importante, porém no inverno devemos redobrar as atenções, conforme abaixo:
Cães
No inverno, filhotes e cães idosos são os mais prejudicados. Cães mais velhos costumam sofrer com artrose e sentir dores na coluna e nas articulações, podendo também sentir mais frio porque a pelagem não é mais eficiente, a camada de gordura não é tão espessa e os músculos ficam atrofiados, o que diminui o metabolismo.
Tomando alguns cuidados:
* Não deixe seu bichinho tomar chuva ou ficar no vento
* Coloque roupas quentes em filhotes e cães idosos de pelo curto
* Use caminhas para evitar que o seu bichinho fique em contato com o chão frio.
* Colocar edredons ou cobertores na caminha para o cachorrinho se aquecer mais. (Use aquelas cobertas mais velhinhas que você não utiliza mais)
* Mantenha as vacinas em dia porque a imunidade deles baixa no inverno
* Mantê-los em local arejado, mas sem vento
* Proteja bem os ouvidos para evitar otite (é um tipo de inflamação)
* Se a sujeira for pouca, opte pelo banho seco, com gel ou lenços umedecidos, para prolongar a duração do banho
Gatos
Os cuidados com os felinos são parecidos com os dos cães. Para saber se o gato está com frio ou não é basta sentir as extremidades como as patinhas e pontas das orelhas, se estiverem gelados é porque ele está com frio.
Cuidando do seu bichano:
* Estimule banhos de sol
* Mantenha a caminha protegida da friagem que vem do chão, você pode forrar com papelão
* Coloque roupas em gatos de pelagem muito curta
* Opte pelas camas tipo iglu, pois eles gostam de se esconder
* Mantenha as vacinas em dia
Pássaros
Nesta época do ano, frio e vento fazem as aves passarem mal, acontece que a corrente de ar ultrapassa a proteção das penas roubando o calor da pele.
Cuidados
* Evite correntes de ar
*Promova banhos de sol para manter a temperatura do corpo
*Cubra a gaiola à noite com uma lona ou tecido escuro.
* Vasilhas especiais para tomar banho devem estar sempre cheias e limpas para manter o ambiente umidificado
* Em locais muito frios, a dica é colocar uma lâmpada de cerâmica ou aquecedor no cômodo onde a gaiola fica
Peixes
A primeira dica é descobrir que tipo de peixe você prefere ter em casa, o beta, por exemplo, é uma espécie de água quente e gosta de temperaturas entre 23º e 30º e é mais fácil de cuidar.
Alguns cuidados:
* Checar a temperatura dos aquários com frequência
* Usar aquecedores
* Tornar o ambiente o mais verdadeiro possível, colocando areia fina e plantas naturais, eles adoram!
Roedores
Nesta categoria se encaixam animais como hamster e chinchilas. Os cuidados são simples e parecidos com os das aves.
Cuidando deles:
* Colocar um pano nas gaiolas à noite
* Tenha casinhas para o animal se esconder e se aquecer
- Use papel picado para forrar a gaiola. O material funciona como isolante térmico e é fácil de trocar
Répteis
Donos de iguanas, tartarugas, jabutis, cobras e afins também precisam ter atenção porque a temperatura dos répteis é a mesma do ambiente e isso interfere diretamente em seu metabolismo. A imunidade deles pode cair e os animais ficarem mais suscetíveis a doenças.
Cuidando deles:
* Use placas de aquecimento nos aquários
* Use lâmpadas de cor vermelha porque são mais confortáveis, sendo uma frequência que eles não enxergam e ainda os aquece
* Outra opção são as lâmpadas de cerâmica
* O tutor precisa de criatividade quando o animal é muito grande. Uma sugestão é construir uma casinha com lâmpada especial dentro
* Para tartarugas de água, uma dica é estimular o banho de sol
Fontes: http://www.vejasp.abril.com.br
http://cuidamos.com/artigos/animais-fazem-bem-saude

As raças de cães que combinam com você

Ter um cachorro em casa pode ser tudo de bom para quem quer companhia. Dóceis, calmos ou sapecas, os cães costumam doar e compartilhar emoções de forma sincera sem pedir muito em troca - só comida e carinho.
Às vezes, no entanto, essa relação prazerosa é prejudicada por falta de tempo, local inadequado ou estilos incompatíveis entre cão e dono. Por isso, antes de comprar ou adotar um cachorro, saiba qual raça combina melhor com o seu estilo de vida.
Veja quais raças são melhores para conviver com crianças, jovens, adultos ou idosos, para quem mora em casa ou apartamento, sozinho ou com a família, e até para aventureiros que gostam de viajar com o seu pet.
Algumas recomendações são importantes para quem pensa em ter um amigo canino:
1 - Não compre por impulso. O cachorro é um ser vivo, não um objeto
2 - Conheça vários canis antes de comprar. O vendedor ressalta as qualidades do animal, mas esconde os defeitos. Alguns, no entanto, como pulgas e sarna, são visíveis
3 - Consulte um veterinário após a compra ou adoção, para conferir o estado real de saúde do bicho
4 - Mantenha a caderneta de vacinação do cão em dia
5 – Melhor que comprar é adotar, existem várias ONG’s com animais disponíveis para adoção já castrados, vermifugados e
Para quem mora sozinho
O cão ideal para quem vive sozinho e fica horas fora de casa é aquele que faz o tipo independente, ou seja, que consegue ficar horas sem companhia, numa boa, à espera do dono.
As raças são: collie, golden retriever e dachshund (o famoso “salsichinha”).
O comportado collie, apesar do porte avantajado, fica sozinho por horas sem fazer bagunça, sofrer ou chorar. Conhecido no cinema pelo personagem Lassie, ele só muda de comportamento quando está com o dono. Na presença dele, faz o tipo devotado, seguindo-o por toda parte, o que o caracteriza como um grande companheiro.
Da mesma forma é o golden retriever. Calmo e muito doce, ele brinca com qualquer objeto que tenha à disposição até o dono chegar. Tranquilão e elegante. Para criar ambos os cães com o mínimo de cuidado, mesmo sem muito convívio diário, é necessário escová-los todos os dias, pois são muito peludos.
Caso o morador solitário prefira um cachorro pequeno, o salsichinha é uma boa escolha. Bem independente, ele consegue ficar horas sem companhia, brincando sozinho. Quando o dono aparece, ele se agita e libera a energia acumulada.
Um exemplo de animal que pode dar trabalho ao morador solteiro é o labrador. Mesmo parecido com o golden, ele não se encaixa nesse perfil por dois detalhes essenciais: ele não gostar de ficar sozinho e precisa passear diariamente, caso contrário, se torna birrento e obeso. O labrador tende a roer e destruir objetos para preencher o tempo quando está sozinho. E se ficar sem fazer atividades físicas, pode engordar a ponto de sofrer problemas de artrite por causa do peso em excesso. A boa notícia é que a mania de destruição, típica da raça, pode acabar na fase adulta ou depois da castração.
Para quem mora com família e crianças
Os cães de companhia podem trazer ótimas formas de convívio em lares onde moram crianças. Raças pequenas como o maltês, o shih tzu, lhasa apso e o poodle costumam brincar com os pequenos de forma festiva, rolando no chão, sem usarem muita força, o que poderia machucá-los. A criança pode também ter contato com animais maiores e até mais ferozes, desde que não se aproxime deles com agressividade.
Se a criança for um bebê que acabou de chegar ao lar, não há necessidade de privá-la do contato com o cachorro da casa. O ideal é ir deixando o animal se aproximar do berço aos poucos, sem reprimi-lo. Fechar portas ou impedi-lo de andar em locais em que ele estava acostumado a passar o deixará estressado.
Para quem mora em apartamento
Criar animais de estimação em apartamentos não é problema, desde que o tamanho do animal seja compatível com o do imóvel. Um cachorro de 40kg, por exemplo, vai fazer ao menos de dois a três litros de xixi por dia.
Se o cão só sair aos fins de semana para passear, ele pode ainda apresentar comportamento rebelde e sofrer queda exagerada dos pelos por causa do estresse de viver em um espaço reduzido. Cães de companhia, ou de porte médio, como o beagle, podem ser criados sem problemas em apartamentos pequenos, médios ou grandes.
Para quem mora em casa
Uma casa com quintal ainda parece ser o melhor lugar para se criar um cachorro, certo? Nem sempre. A casa, espaçosa ou não, pode tanto melhorar o bem-estar do cachorro e sua relação com o dono quanto deixar o cão fora da convivência familiar. Se a família larga o bicho no quintal e só o vê quando leva comida, ele fica descuidado e carente.
Para mudar esse comportamento, o veterinário recomenda aos donos conviver com os animais limpos e asseados dentro da casa. A relação mais próxima entre homens e animais domésticos é uma forma saudável de troca de carinho.
Na hora de escolher o cachorro para viver na sua casa, vale seguir a mesma regra do tamanho compatível. Os cães de companhia, aqueles considerados de bom comportamento, ou os de raças maiores são bem-vindos desde que tenham à disposição locais para fazerem as necessidades fisiológicas e caminharem.
Outra sugestão válida para casas são os cães de guarda. Em tempos de violência urbana, contar com eles pode ser uma escolha boa e barata. Cães das raças pastor alemão, rottweiller, fila brasileiro, boxer e dálmata são os melhores para colocar possíveis ladrões para correr, os últimos dois, apesar de serem brincalhões, metem medo pelo porte avantajado.
Os cães que combinam com idosos
Os campeões de audiência entre os idosos vão desde os de pequeno porte, como o shih tzu, lhasa apso e maltês, aos grandes, como o labrador. O último, além de ser um super-companheiro, pode servir de cão-guia para idosos com dificuldades de locomoção ou que estejam com a visão prejudicada.
Diferente da pessoa que mora sozinha e precisa ter um animal mais independente, o idoso, que tem mais tempo disponível para ficar em casa, pode se afinar com um animal que adore ficar aos seus pés ou no seu colo enquanto ele assiste à televisão, por exemplo. Os de pequeno porte podem ser as melhores companhias, pois, assim como com as crianças, não usam muita força ao interagir com os seus donos.
A convivência entre animais e idosos pode ainda ser benéfica à saúde. A atenção do animal atua diretamente na melhora da auto-estima e na vontade de viver de seu dono, já que muitos idosos ficam sozinhos ao longo do dia. Pesquisas já comprovaram os mesmos resultados em doentes crônicos.
Os cães que combinam com jovens e adultos
O jovem normalmente adora modismos. Com os cães não é diferente. Se tempos atrás a moda era ter um pit bull, sua fama de brigão o fez perder o posto para o inglês border collie. Os cachorros desta raça são considerados muito inteligentes e dinâmicos, de acordo com o veterinário. Fora o border, as raças de médio porte costumam fazer a cabeça de adolescentes por não fazerem muita sujeira, serem fáceis de conviver e de levar para vários lugares. A praticidade dos médios também atrai adultos, que muitas vezes evitam raças grandes por terem filhos pequenos.
Para quem gosta de viajar com o animal (aventureiro)
Neste caso, para evitar mais trabalho além da acomodação do bicho, o veterinário recomenda ter cães de pelo curto. Além de soltar bem menos pelos, o animal com essa característica exala menos cheiro quando transpira do que os peludos. No caso de uma viagem longa, eles correm menos risco de sofrer com o calor. Exemplos não faltam: salsichinha, pinscher, boxer, fox paulistinha, pug, bulldog, pit bull, chihuahua.
Vale ressaltar que a lista é de recomendações, pois o melhor cachorro para se ter em casa é o que a gente mais gosta.
Consulte o seguinte link e veja qual a raça que se adapta melhor à você:
http://super.abril.com.br/testes/raca-cachorro-combina-mais-voce-647036.shtml
Fontes: http://entretenimento.r7.com/bichos/noticias/descubra-o-cao-que-combina-com-voce-20091001.html
Mantê-los saudáveis
Para cães
Vacinas essencias: V8 ou V10 (múltipla) e Anti-rábica
Vacinas opcionais: giárdia, parainfluenza (tosse dos canis)
Periodicidade:
45 dias de vida – 1ª dose da múltipla + vacina contra a tosse dos canis
75 dias de vida – 2ª dose da múltipla
120 dias de vida - 3ª dose da múltipla + anti-rábica
Anualmente: Anti-rábica e Múltipla

Cuidar de nossos amigos não é tão difícil, eles precisam de um lugar abrigado para dormir, água fresca à disposição e ração, além das vacinas anuais e visitar o veterinário anualmente. Passeios e brincadeiras devem acontecer sem moderação!
Quem tem animais de estimação, sabe como é importante manter as vacinas em dia. Não somente para preservar a saúde do bichinho, mas também para evitar problemas com a própria saúde, já que muitas doenças são transmissíveis às pessoas. É importante vacinar os cães e gatos ainda filhotes e repetir as doses pelo menos uma vez ao ano.
As vacinas são:
Mas, quando eu devo levar meu bichinho ao veterinário?
Sempre que:
1. Notar que o apetite está alterado, ou seja, ele está comendo mais ou menos que o normal.
2. Houver variação nas fezes, como consistência, presença de sangue ou muco.
3. Apresentar alterações urinárias, como por exemplo: aumento ou diminuição do volume e da freqüência de micção, dificuldade para urinar, alteração da coloração ou odor, o animal passou a urinar em locais errados ou até mesmo dormindo, está urinando aos poucos e com sangue.
4. O bichinho apresentar vômitos recorrentes.
5. Apresentar alterações na pele e pêlos, como lesões, coceira, odor acentuado apesar de tomar banho regularmente, falhas na pelagem, queda em excesso, etc.
6. Estiver com ruído na respiração, tosse, espirros ou secreções nasais.
7. Aparentar estar cansado mesmo sem se exercitar.
8. Estiver lambendo excessivamente alguma região do corpo.
9. Estiver com um nódulo aparente.
10. Estiver mancando, tropeçando, caindo com frequência ou com dificuldade para se locomover.
11. Houver alteração comportamental, como agressividade.
12. Apresentar alterações neurológicas, como tremores, convulsões, andar em círculos compulsivamente, entre outros.
13. Se fêmea: estiver com as mamas inchadas ou com leite se não estiver gestando, estiver com secreção vulvar ou cios irregulares.
Ou sempre que julgar necessário, o importante é ficar atento às alterações fisiológicas e comportamentais de seu animalzinho.
Nunca medique seu animalzinho com remédios humanos sem orientação de seu veterinário de confiança
O hábito de medicar os próprios animais de estimação com medicamentos humanos é bastante comum, mas pode ser muito perigoso.
Na tentativa de ajudar nossos melhores amigos, podemos acabar causando sérias reações adversas, pois muitas das drogas seguras para humanos podem ser altamente tóxicas para cães e gatos.
Mesmo entre as drogas que podem ser usadas para os animais, é preciso cuidado.
A dosagem pode ser bem diferente daquela para uso humano, tornando-as perigosas em doses inadequadas.
Outro erro comum é acreditar que medicamentos pediátricos são mais seguros e por isso possíveis de serem usados nos cães e gatos.
Cuidado! Cães e gatos não se parecem fisiologicamente com bebês humanos.
Vale lembrar também que os gatos são mais sensíveis que os cães.
Muitos anti-parasitários comerciais são seguros apenas para cães.
Por isso, antes de utilizar um medicamento, mesmo que veterinário, verifique se é realmente indicado para gatos.
Você sabia…
·80% dos cães podem morrer pela falta de uma vacina que custa por volta de R$ 50,00/ano?
·90% das pulgas não estão no animal? Elas estão no ambiente que o animal vive.
·Você se lembra quando vencem as vacinas do seu pet? Nesse momento ele está imunizado ou correndo perigo? Tenha sempre acessível a carteirinha de vacinação de seu Pet!
Fontes: http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL82615-5598,00-SAIBA+QUAIS+AS+VACINAS+INDISPENSAVEIS+PARA+CAES+E+GATOS.html
http://vidadecinderela.wordpress.com/2013/06/18/quando-levar-meu-pet-ao-veterinario/
http://www.fazfacil.com.br/pet/medicamentos-caes-e-gatos/
http://www.animale.me/10-motivos-para-levar-seu-cachorro-ao-veterinario/
Para gatos
Vacinas essencias: Anti-rábica e Múltipla (quádrupla ou quíntupla)
Periodicidade:
60 dias de vida – 1ª dose da múltipla
80 dias de vida – 2ª dose da múltipla
120 dias de vida – anti-rábica + 3ª dose da múltipla (para gatos que tem contanto com a rua)
Anualmente: Anti-rábica e Múltipla

Alimentos perigosos


Segue uma lista de alimentos que o animal deve evitar, todos eles são venenosos em algum grau.
- Abacate: Folhas, semente e a fruta do abacate contem uma substância tóxica chamada persina, que pode provocar desarranjo gastro-intestinal. Tóxico principalmente para gatos.
- Alimentos açucarados: Pode levar à obesidade , problemas dentários e, eventualmente, a diabetes.
- Alimentos Infantis: Pode conter cebola em pó, que pode ser tóxico para cães. Também pode resultar em deficiências nutricionais, se alimentados em grandes quantidades.
- Batatas crua, inhame e madioquinha: apresentam solamina, uma toxina que pode deprimir o sistema nervoso central e provocar distúrbios gastrointestinais.
- Bebidas alcoólicas: Qualquer tipo de álcool pode ser tóxico para o animal, podendo causar coma ou até morte.
- Berinjela: Tóxica para os gatos
- Brócolis: faz mal se oferecido em grande quantidade.
- Cogumelos: Diferentes tipos de cogumelos que pode ter efeitos variados em animais de estimação, tais como, depressão, diarréia, náuseas e vômitos, dor abdominal, lacrimejamento, alucinações, defecação, insuficiência hepática, convulsões, salivação excessiva, micção, insuficiência renal, danos no coração, hiperatividade, e em alguns casos, morte.
- Chocolate, café, chá e outras cafeínas: Pode resultar em aumento da respiração e da freqüência cardíaca, e afeta o sistema nervoso central. O envenenamento por chocolate pode causar batimentos cardíacos irregulares e ritmo, agitação, hiperatividade, diarréia, vómitos, respiração ofegante, tremores musculares, dor abdominal, sangue na urina e aumento da temperatura corporal. Em grandes quantidades, o chocolate provoca o coma e até a morte. Se o seu animal comeu uma grande quantidade de chocolate, procure saber como proceder com um veterinário, pois os efeitos muitas vezes só vem horas depois.
- Cebola, alho e cebola em pó: Podem provocar problemas gastrointestinais, como vômitos e diarréia, sendo mais grave em gatos. O alho é menos tóxico do que as cebolas.
- Espigas de milho: Uma causa comum de obstrução intestinal que requer remoção cirúrgica.
- Espinafre: Devem ser evitados completamente em gatos com problemas urinários.
- Fermento, presente em massas: Pode ser perigoso, pois irá se expandir e resultar em gases, causando dor, podendo causar ruptura do estômago ou intestino.
- Figado em excesso: Pode causar toxicidade da vitamina A. Essa toxicidade afeta músculos e ossos.
- Frituras em geral
- Laranjas, limões e frutas cítricas em geral: podem causar vômitos ou diarréia.
- Leite e outros produtos lácteos: Alguns cães e gatos adultos não têm quantidades suficientes da enzima lactase, que quebra a lactose no leite. Isso pode resultar em diarréia.
- Nozes: Pode provocar problemas gastrointestinais, como vômitos e diarréia, bem como problemas respiratórios, tais como espirros, respiração e tosse.
- Ossos de peixes, aves, carnes ou outras fontes: Pode causar obstrução ou laceração do sistema digestivo. Lascas de ossos de galinha também pode se alojar internamente.
- Ovos crus: Contêm uma enzima chamada avidina, que diminui a absorção de biotina (vitamina B). Isso pode levar a problemas de pele e nos pelos. Ovos crus também podem conter Salmonella.
- Ossos cozidos: Podem lascar e causar perfuração intestinal, bem como bloqueios no intestino fraturas de dentes. Pedaços podem ficar presos em todo o céu da boca
- Peixe Cru: Pode resultar em uma deficiência de tiamina (vitamina B), que leva à perda de apetite, convulsões e em casos severos, morte. Essa intoxicação é mais comum se o peixe cru é oferecido regularmente, com frequência.
- Pimenta
- Pipoca: O risco nosso caso das pipocas, o perigo está mais na asfixia no animal, mas o sal e a manteiga (presentes na pipoca) não são adequados também.
- Sal: Causa desequilíbrio eletrolítico. Uma simples colherzinha de sal pode causar sérios problemas a seu cão ou gato, como tremores, convulsão e morte.
- Sementes de frutas: Podem liberar cianeto no estômago, como no caso das sementes de maçã.
- Sobras de gordura: Pode causar pancreatite.
- Tomate e plantas de tomate: Tomates de todos os tipos são tóxicos para os gatos, como são as partes da planta de tomate. Ingerir por exemplo, um tomate cereja pode causar distúrbios gastrointestinais severos.
- Uvas e passas: Grandes quantidades de uvas podem ser venenosas para os animais, podendo causar vômitos, diarréia, letargia, dor abdominal, falta de apetite e danos nos rins.
- Xilitol: Este é um substituto do açúcar encontrado em muitos tipos de doces, vitaminas mastigáveis, e em gomas de mascar como Trident, por exemplo. Se um cão ingerir um produto que contém xilitol, procure um veterinário imediatamente. Não deixe de forma alguma produtos contendo xilitol ao alcance de um cão.
Se você suspeita que seu animal tenha sido envenenado, em contato imediatamente com seu veterinário de confiança.
Fonte: http://www.nossosbichos.org/paginas_internas.php?id_noticia=173
Love... Love... Love... Pets

De onde vem a capacidade de amar os animais como se fossem gente?
Muitas pessoas gostam dos animais. A maioria gosta de cachorros e gatos enquanto que outros preferem peixes, iguanas ou outros tipos mais exóticos. Até as pessoas que não curtem muito os animais, provavelmente, já sentiram afeto por algum bichinho. Mas por que gostamos tanto deles assim? Seria porque os vemos como um verdadeiro amigo e companheiro? Ou então porque gostamos de brincar com eles? De admirá-los?
Procuramos o calor dos animais porque não importa o dia, a hora ou o momento: seu bichinho de estimação estará sempre esperando por você, ele te conhece, sente sua falta e será, sempre, um fiel companheiro. Como por exemplo, um cachorro irá correr para você quando você voltar para casa; um gato se esfregará em sua perna, uma iguana ficaria parada olhando para você para depois ir até o seu pé...
Os animais são cativantes, todos eles merecem nosso respeito e cuidado, independente de serem ou não domésticos. Nós temos o dever de preservar todas as espécies.
Chamada vulgarmente de “humanização de animais”, a dra. Hannelore Fuchs, psicóloga especialista em comportamento animal, explica que a antropomorfização, ou seja, a prática de dar qualidades e características humanas aos pets, também pode ser extremamente benéfica. Se por um lado o amor excessivo pode acabar “estragando” o bichinho, os cuidados bem dosados só rendem bem-estar aos animais.
Você já percebeu que quem tem um cão ou gato naturalmente se aproxima?
Os animais aprendem por observação e se moldam às condições ambientais muito rapidamente, logo, se o dono acostumar a dar um petisco ao bicho toda vez que estiver prestes a sair de casa, por exemplo, em pouco tempo o cão cobrará o alimento automaticamente. Inclusive, a alimentação é um ponto crítico quando o assunto são os animais. Com aquela carinha fofa irresistível, muitos donos sucumbem às vontades de seus pets, levando-os a diversas doenças graves, a alimentação inadequada vai gerar obesidade, hipertensão, diabetes, alergias entre outros. Estimule as substituições por petiscos saudáveis como pedaços de maçã, pêra e cenoura, além da prática de atividades físicas.
Não podemos colocar os nossos bichinhos como figura de gente, devemos compreender que os pets não podem ser tirados totalmente do meio em que estão acostumados a viver, mesmo porque eles correm o risco de acabar abandonados pelo dono, que enjoou dos ‘bonequinhos’ ou ‘brinquedinhos’ dele. O animal acaba pagando um preço muito alto por essa transformação.”
A adoção consciente é muito importante, deve-se levar em conta que você terá um amigo por no mínimo 10 anos!



